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Supervisão para quem atendee quer atender melhor.

Um espaço técnico e acolhedor para discutir seus casos, tomar decisões apoiadas em dados e ganhar consistência na prática em Análise do Comportamento Aplicada.

Guilhermina Prado

Prazer, sou Guilhermina Prado

Psicóloga formada pela UFMT (CRP 18/8615), especialista em Análise do Comportamento Aplicada pela PUC-GO e mestranda no Programa de Pós-graduação em Psicologia da UFMT. Atendo crianças autistas em contexto clínico, junto a uma equipe multidisciplinar. É dessa prática, com os erros que ela me ensinou, que nasce a supervisão que ofereço.

Minha aposta é simples: rigor técnico sem frieza. Ler o dado, respeitar a família, sustentar a decisão clínica e ter um lugar seguro para dizer “não sei o que fazer com esse caso”.

  • Aplicadora ABA certificada
  • Formação e treinamento de equipes
  • Especialista em Análise do Comportamento Aplicada ao Autismo
  • Acompanhamento de casos
@psiguilhermina no Instagram

Formação acadêmica

Currículo Lattes completo
  • 2025 · em curso
    Mestrado em Psicologia
    PPGPSI · Universidade Federal de Mato Grosso
  • 2024 a 2025
    Especialização em Análise do Comportamento Aplicada
    PUC-GO
  • 2019 a 2024
    Graduação em Psicologia
    Universidade Federal de Mato Grosso

ABA não é receita pronta

A Análise do Comportamento Aplicada é a aplicação dos princípios da ciência do comportamento a problemas socialmente relevantes: avaliar a função do que acontece, planejar um ensino individualizado, medir os resultados e ajustar o plano conforme o dado mostra.

O que a formação raramente ensina é a parte difícil: decidir. Qual meta priorizar, quando mudar o procedimento, como falar com a família, o que fazer quando o gráfico não sobe. É disso que a supervisão trata: do seu caso, com nome, história e contexto.

  • Individualizado

    O plano nasce da avaliação daquele cliente, não de um protocolo genérico repetido para todos.
  • Guiado por dados

    Registrar, representar e decidir: o dado é quem diz a hora de manter, ajustar ou encerrar um programa.
  • Ético

    Assentimento, procedimentos menos restritivos e metas que melhoram a qualidade de vida de quem é atendido.

Se você já disse alguma dessas frases

Atendo profissionais e estudantes que trabalham com crianças e adolescentes autistas ou com atrasos de desenvolvimento.

Psicóloga(o)

Peguei meu primeiro caso e tenho medo de escolher as metas erradas.

Começamos pela avaliação: o que o cliente já faz, o que a família precisa e quais metas mudam a vida dele agora. Você sai do encontro com prioridades definidas e critérios para saber se está funcionando.

Supervisão de casos e treinamento de equipes

Supervisão

Supervisão de caso para equipes

Acompanhamento dos casos da equipe: discussão, revisão de dados e definição dos próximos passos, para decidir com mais segurança.

  • Discussão de caso em profundidade
  • Feedback sobre vídeo de sessão
  • Revisão de plano de intervenção
Equipes

Treinamento de equipe

Para clínicas e equipes que precisam alinhar procedimentos, linguagem e registro entre os profissionais.

  • Treino de equipe com BST
  • Alinhamento de protocolos e registros
  • Feedback sobre a aplicação
Pontual

Sob medida

Encontro único para um caso específico ou uma demanda pontual da sua prática.

  • Segunda opinião sobre um caso
  • Revisão de relatório
  • Orientação para uma decisão clínica

Do primeiro registro à devolutiva para a família

Avaliar

entender antes de intervir

  • Discussão do caso

    Hipóteses, prioridades e o que fazer já na próxima sessão.

  • Avaliação de repertório inicial

    Levantar o que o cliente já faz para definir o ponto de partida da intervenção.

  • Escolha da avaliação de repertório

    Qual instrumento usar em cada caso, como VB-MAPP, ABLLS-R e avaliações de preferência.

  • Elaboração de metas e objetivos

    Metas que fazem sentido para o cliente e para a família, com objetivos claros e mensuráveis.

  • Verificação da validade social

    Conferir se metas e procedimentos são relevantes e aceitáveis para quem é atendido e para a família.

  • Acompanhamento do caso

    Revisar a evolução ao longo do tempo e ajustar o plano conforme o caso avança.

Intervir

decidir com o dado na mão

  • Construção de relatório

    Relatórios claros e fundamentados, que registram a avaliação, o plano e a evolução do caso.

  • Plano de intervenção

    Metas socialmente relevantes, critérios de domínio, procedimentos de ensino e generalização.

  • Dados e decisão

    Registrar sem travar a sessão, montar o gráfico e decidir a partir dele: manter, ajustar ou encerrar.

Formar

quem convive também ensina

  • Treino de pais

    Ensinar procedimentos à família com BST e sustentar a adesão fora da sessão.

  • Equipe e escola

    Modelagem, feedback e integração com AT, professores e demais profissionais.

  • Ética e documentação

    Sigilo, assentimento, limites de competência e registros de sessão: o que sustenta a prática antes de qualquer técnica.

Do primeiro contato ao processo contínuo

  1. 01

    Conversa inicial

    Conversa inicial para entender as demandas e como posso contribuir.

  2. 02

    Contrato e plano de supervisão

    Formato, frequência, sigilo e objetivos por escrito, com as competências que vamos priorizar nos primeiros meses.

  3. 03

    Acompanhamento

    Encontros para acompanhar o caso e entender as demandas que surgem ao longo do processo.

  4. 04

    Revisão de progresso

    A cada ciclo olhamos os dados do cliente e o seu desenvolvimento profissional. Supervisão também se mede.

Materiais gratuitos

Materiais para a sua prática

Roteiros, modelos e planilhas que uso no dia a dia da supervisão, gratuitos e abertos a qualquer pessoa: é só baixar, sem cadastro. Adapte à sua realidade e leve para os seus casos.

Formação

Para aprender a fazer, não só a entender

Além da supervisão de casos, ofereço dois formatos para quem está construindo a base da prática: monitorias, para estudar e treinar com acompanhamento de perto, e oficinas, para sair de um encontro sabendo aplicar uma ferramenta específica.

01

Monitoria

Estudo guiado e prática acompanhada

Um acompanhamento próximo para quem está começando ou quer firmar os fundamentos. Combinamos um plano de estudo, tiramos dúvidas da rotina de atendimento e treinamos as habilidades na prática, com feedback.

  • Plano de estudo com leituras e metas para cada etapa
  • Tira-dúvidas sobre a sua rotina de atendimento
  • Treino de habilidades com role-play e análise de vídeos
  • Acompanhamento da sua evolução ao longo do período
Para quem: estudantes, recém-formados e acompanhantes terapêuticos em início de prática.
Formato: [individual ou em pequenos grupos] · online · [duração e frequência]
Quando você já estiver atendendo casos e precisar decidir sobre eles, o caminho é a supervisão. A monitoria é a etapa anterior, focada em formar a base. Se ficar em dúvida, conversamos e indico o melhor formato.
02

Oficinas

Uma ferramenta por encontro, do conceito à prática

Encontros ao vivo e temáticos, com conteúdo teórico e prático. Você aprende o passo a passo, vê exemplos reais, ensaia e leva modelos prontos para usar na semana seguinte.

  • Demonstração com exemplos de casos (sem dados que identifiquem)
  • Atividade prática durante o encontro
  • Material de apoio para baixar
  • Espaço para perguntas sobre a sua realidade
  • [Certificado de participação, se houver]
Formato: online, ao vivo
Temas
  • Comportamento Verbal
  • Estratégias de ensino
  • Protocolos para avaliação comportamental
  • Brincar como ferramenta de ensino
  • Avaliação de preferência: escolher reforçadores que funcionam
  • Comportamento desafiador: entender a função antes de intervir
Oficinas para clínicas, escolas e equipes

Quer uma oficina para a sua clínica, escola ou equipe? Como profissional independente, adapto o tema e a carga horária à realidade de vocês e conduzo o encontro online.

Pedir proposta

Perguntas frequentes

Não. Recebo tanto quem está começando quanto quem já atua há anos. No primeiro encontro combinamos o ponto de partida. Se faltar base conceitual, indico leituras e trabalhamos os princípios junto com os casos.

Semanal para quem está em início de prática ou com caso complexo; quinzenal para quem já tem repertório consolidado. O que sustenta o processo é a regularidade, não a intensidade pontual.

Sim, e recomendo. Observar a sua atuação é a parte mais potente da supervisão. É necessário consentimento por escrito dos responsáveis e um meio seguro para compartilhar o material.

Não. O foco é a sua prática clínica e o caso do seu cliente. Falamos do impacto emocional do trabalho quando ele afeta a conduta clínica, mas o cuidado da sua saúde mental é outro espaço.

Os casos são discutidos sem dados que identifiquem o cliente e tudo o que aparece na supervisão permanece entre nós, conforme o Código de Ética Profissional do Psicólogo.

Traga um caso.
Vamos pensar juntas.

Escreva contando em que ponto você está e qual caso você quer discutir.

AtendimentoOnline, todo o Brasil

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